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Safra 20/21 de cana-de-açúcar em Alagoas deverá ser finalizada com o maior volume em 3 anos

Publicado em 12/03/2021 17:00 e atualizado em 12/03/2021 17:40 598 exibições
Pedro Robério de Melo Nogueira - Presidente Sindaçúcar AL
Clima mais favorável contribuiu para elevação nos níveis de produção do principal estado canavieiro do Nordeste do país; expectativas também são positivas para 2021/22

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Entrevista com Pedro Robério De Melo Nogueira sobre a Finalização da safra de cana-de-açúcar 20/21 em AL

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O principal estado produtor de cana-de-açúcar da região Nordeste do Brasil, Alagoas, deve concluir a colheita da safra 2020/21 entre final de março e início do mês de abril com o maior volume de produção em três anos, cerca de 17,5 milhões de toneladas, segundo o Sindaçúcar-AL.

O mix no estado seguirá predominantemente açucareiro, mas o setor já vê potencial com o etanol nos próximos anos diante dos preços remuneradores.

"Estamos com uma performance que indica que vamos ter melhora de produção no total de cana comparada com a safra passada, que tivemos 16,5 milhões de t", explicou Pedro Robério de Melo Nogueira, presidente do Sindaçúcar-AL, ao Notícias Agrícolas.

O estado tem conseguido nas últimas safras recuperar os níveis de produção, após recorde histórico de 25 milhões de t. Para a temporada 2021/22, que começará a ser colhida apenas a partir de outubro de 2021, a estimativa é de uma produção ainda maior para o estado.

"Apesar de ser um discreto aumento sobre a safra passada, ele nos informa a recuperação sustentada na direção dos nossos níveis históricos", afirma Nogueira.

Apesar disso, o clima seguirá no radar do mercado, após condição irregular no final de 2020. "A partir de janeiro e durante fevereiro, nós começamos a desfrutar de uma certa normalidade no perfil pluviométrico do estado", destaca o presidente do Sindaçúcar-AL.

Nogueira pontuou ainda que o maior problema, atualmente, para os produtores de cana no estado é a falta de água, cenário que impede que o estado retome os níveis históricos de produção. "Isso só se resolve com a tecnologia disponível, pela irrigação", pontua.

 

Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

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