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Seca e bienalidade baixa: Safra 2021 de café do Brasil pode ter quebra de 30%, diz CNC

Publicado em 04/02/2021 16:43 1985 exibições
Silas Brasileiro - Pres. Conselho Nacional Café - CNC
Silas Brasileiro destaca que número é considerando tanto a safra de arábica, como a produção do conilon

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Entrevista com Silas Brasileiro - Pres. Conselho Nacional Café - CNC spbre a safra de café 2021

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O Conselho Nacional do Café (CNC) falou pela primeira vez em números de produção para a safra 2021 de café. Segundo Silas Brasileiro, presidente do CNC, a queda pode chegar a 30% em comparação com a safra 20, que chegou a 63,1 milhões de sacas de 60 kg. Os números são com base nas expectativas de uma quebra para a produção do arábica e aumento na produção do conilon. 

A estimativa do CNC fica próxima dos números divulgados pela Conab há algumas semanas. O primeiro levantamento da Companhia estima uma produção total, somados conilon e arábica, entre 43,8 milhões de sacas, indicando uma redução entre 30,5% e 21,4% em comparação com a safra 2020. 

"A despeito da redução da produção total, calcula-se uma produção recorde para a espécie conilon, se atingir o limite superior de 16,6 milhões de sacas de café beneficiado, com um incremento de 16% em relação a 2020. Pelo limite inferior, a previsão é de pouco mais de 14 milhões de sacas.

Para o arábica, que responde pelo maior volume nacional, a estimativa é de uma colheita entre 29,7 milhões e 32,9 milhões de sacas, o que representa uma queda de 32,4% e 39,1%, respectivamente, em comparação com a safra passada", informou a Conab no levantamento oficial. 

Os números chamam atenção, mas o presidente destaca que mesmo com as baixas, o Brasil terá condição de atender as demandas internas e externas de consumo. Segundo Silas, os estoques privados possuem cerca de 5 milhões de sacas, o que devem dar suporte no momento de oferta limitada. É importante ressaltar que o país não conta estoques remanescentes e a entressafra, no ano passado, teve um dos estoques mais baixos dos últimos anos. 

Veja a entrevista completa no vídeo acima

 

 

Por:
Virgínia Alves
Fonte:
Notícias Agrícolas

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