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Pecuária moderna tem que se orientar por 3 fatores: planejamento, gestão e assistência técnica, saiba mais

Publicado em 29/06/2021 12:34 e atualizado em 29/06/2021 16:15 1464 exibições
Luciano Vacari - Diretor-Executivo da Neo Agro Consultoria
Valor nominal da @ em alta não significa rentabilidade garantida

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Entrevista com Luciano Vacari - Diretor-Executivo da Neo Agro Consultoria sobre o Mercado do Boi Gordo

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Em entrevista do Notícias Agrícolas, o Diretor-Executivo da Neo Agro Consultoria, Luciano Vacari, apontou que o preço elevado da arroba não significa que o pecuarista vai ter uma remuneração mais atrativa já que os custos também registraram valorizações. Por isso, o produtor rural precisa se orientar e ficar atento ao planejamento, gestão da propriedade e assistência técnica. 

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“Nós já chegamos a falar do milho cotado a R$ 100,00 por saca e a diária do boitel está em torno de R$ 20,00. Os preços do mercado futuro não estão remunerando tanto como na semanas anteriores  e os valores da reposição seguem elevados. Se o pecuarista não tiver um planejamento e uma estratégia acaba ficando com margens negativas”, explicou. 

O consultor ainda ressalta que muitos pecuaristas não utilizam a ferramenta de proteção de preços e fica dependente do mercado físico. “Os produtores não têm o hábito de buscar por ferramentas de proteção de preço e muitos pensam que o valor da arroba é muito melhor no segundo semestre e deixam de se proteger”, comentou. 

No estado do Mato Grosso, a valorização do real frente ao dólar acabou impactando as exportações de carne bovina e a arroba se manteve estável nas últimas semanas. “Nós estamos acompanhando a China ter um aumento gradativo do rebanho de suínos e isso acaba influenciando na formação dos preços da proteína no País. Com isso, a cotação da arroba estacionou no patamar dos R$ 310,00/@ a R$ 315,00/@”, informou. 

As programações de abate atendem uma média de 6 a 7 dias úteis, mas apresenta buracos e a capacidade de utilização das indústrias apresenta ociosidade em até 65%. “Os frigoríficos encontraram um ponto de equilíbrio, pois chega em um momento que é mais vantajoso não abater tudo que pode para não ter que pagar mais pelo o preço da arroba”, destacou.

Por:
Aleksander Horta e Andressa Simão
Fonte:
Notícias Agrícolas

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