Milho: B3 permanece em mais um dia de quedas nesta 3ªfeira

Publicado em 22/06/2021 11:49 e atualizado em 22/06/2021 16:40 544 exibições
Chicago olha chuvas nas lavouras e perspectivas de demanda

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Os preços futuros do milho seguem caindo na Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,72% e 2,83% por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à R$ 81,61 com queda de 1,91%, o setembro/21 valia R$ 83,37 com baixa de 1,82%, o novembro/21 era negociado por R$ 83,70 com desvalorização de 2,33% e o janeiro/22 tinha valor de R$ 86,77 com perda de 1,72%.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, “este é mais um dia de baixa para os contratos futuros na B3”.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro operam em campo misto na Bolsa de Chicago (CBOT), com a maior parte dos contratos recuando nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações entre 11,00 pontos negativos e 3,50 pontos positivos por volta das 11h35 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à US$ 6,62 com ganho de 3,50 pontos, o setembro/21 valia US$ 5,61 com queda de 9,50 pontos, o dezembro/21 era negociado por US$ 5,46 com perda de 10,50 pontos e o março/22 tinha valor de US$ 5,53 com desvalorização de 11,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, apesar das avaliações mais baixas das condições da safra, as preocupações sobre o futuro do etanol fizeram com que os futuros do milho caíssem esta manhã, já que as previsões de oferta restrita corroem as margens de lucro do aditivo de combustível à base de milho tanto no país quanto no exterior. 

A publicação destaca ainda que, chuvas de fim de semana sobre o cinturão do milho aliviaram as condições de seca, já que as classificações semanais das condições da safra diminuíram ainda mais.

Um relatório da Reuters divulgado durante a noite sugere que a produção de etanol nos EUA e no Brasil provavelmente encolherá nos próximos meses, uma vez que a oferta restrita de milho e os altos custos do milho em ambos os países colocam as margens de lucro do etanol no vermelho

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Por:
Guilherme Dorigatti Borges
Fonte:
Notícias Agrícolas

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