Associação Amazônica de Terminais articula solução do tráfego no acesso ao Porto de Miritituba

Publicado em 22/02/2021 15:07 383 exibições
Em pleno escoamento da safra, milhares de caminhões estão na via de acesso ao porto e pátios

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A Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (AMPORT) disse em nota que está articulando com operadores portuários e entes públicos a solução do tráfego na chamada via transportuária, que dá acesso aos terminais no Porto de Miritituba.

"A pavimentação e concessão dos acessos rodoviários às instalações portuárias de Miritituba e Santarenzinho em Rurópolis (PA), é uma das pautas defendidas pela AMPORT, cujos projetos foram doados pelas associadas da entidade ao Governo Federal. A pavimentação está incluída no projeto de concessão da BR-163 em andamento pelo MINFRA", disse em nota.

Em pleno escoamento da safra, milhares de caminhões estão na via de acesso ao porto e pátios. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar estão no local há mais de uma semana para garantir o fluxo de caminhões. As exportações estão ocorrendo normalmente.

A AMPORT representa onze empresas que possuem terminais na Bacia Amazônica, sendo que seis delas - Bertolini, Cargill, Hidrovias do Brasil, LDC, Unitapajós e Cianport, operam em estações de transbordo de cargas em Miritituba.

 Veja a nota da AMPORT na íntegra:

Desde o último dia 11, ocorre um extenso engarrafamento de caminhões parados na via de acesso aos portos do distrito de Miritituba, no município de Itaituba, sudoeste do Pará. O motivo é o fluxo intenso de veículos associado às fortes chuvas que caem sobre a região. 

A Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (AMPORT), iniciou uma articulação com operadores portuários e entes públicos, no sentido de viabilizar medidas para solucionar o ordenamento do tráfego no acesso das BRs 163 e 230 até as instalações portuárias em Miritituba. 

Os portos públicos e privados em Miritituba, às margens do rio Tapajós, são acessados pela BR-230 e pela BR-163 – administradas pelo Governo Federal e pela via transportuária, com 7 quilômetros sem pavimentação, cuja manutenção regular tem sido realizada pela AMPORT desde o início da implantação dos terminais de suas associadas na região, a qual também é utilizada por outras empresas não associadas. 

A pavimentação e concessão dos acessos rodoviários às instalações portuárias de Miritituba e Santarenzinho em Rurópolis (PA), é uma das pautas defendidas pela AMPORT, cujos projetos foram doados pelas associadas da entidade ao Governo Federal. A pavimentação está incluída no projeto de concessão da BR-163 em andamento pelo MINFRA. 

Segundo Flávio Acatauassú, diretor presidente da AMPORT, a solução definitiva virá com a implantação de um pátio unificado de triagem, a exemplo do que já existe em Paranaguá e Santos. “Para garantir e ordenar a trafegabilidade de caminhões em período de safra e a segurança das pessoas das comunidades locais”, disse o diretor. 

A AMPORT representa onze empresas que possuem terminais na Bacia Amazônica, sendo que seis delas - Bertolini, Cargill, Hidrovias do Brasil, LDC, Unitapajós e Cianport, operam em estações de transbordo de cargas em Miritituba.

Por:
Jhonatas Simião
Fonte:
Notícias Agrícolas

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